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CPMI do INSS avança e pressiona líderes de fraude previdenciária

(Foto: Divulgação)

A CPMI do INSS, da qual o deputado Duarte Jr. (PSB-MA) é vice-presidente, já se destaca como uma das comissões mais produtivas das últimas duas décadas no Congresso. Com intensa apresentação de requerimentos, quebras de sigilo, diligências e articulação com a Polícia Federal, a comissão conseguiu acelerar a prisão dos principais articuladores do esquema de fraudes contra aposentados e idosos, desarticulado pela Operação Sem Desconto.

Duarte Jr. atribui o avanço à atuação firme da comissão. “Estamos responsabilizando todos aqueles que roubaram aposentados, idosos, pessoas com deficiência e pescadores do Maranhão e de todo o país. Esse é o maior esquema de fraude previdenciária dos últimos anos. Não vamos recuar”, afirmou.

O deputado maranhense foi autor de requerimentos que impulsionaram a investigação, como convocações, pedidos de cooperação policial e quebras de sigilo bancário e fiscal. As ações permitiram localizar beneficiários do esquema que tentavam ocultar bens adquiridos com o golpe.

Com mais de 20 prisões decretadas ou em andamento, a CPMI segue focada em reparação dos prejuízos aos aposentados e na punição rigorosa dos envolvidos.

Entre os já presos estão:
• Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, lobista
• Maurício Camisotti, empresário
• Ahmed Mohamad Oliveira, ex-ministro da Previdência
• Alessandro Stefanuto, ex-presidente do INSS
• André Paulo Félix Fidelis, ex-diretor de Benefícios do INSS
• Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS
• Thaisa Hoffmann, empresária
• Tiago Abrahão Ferreira Lopes, diretor da Conafer
• Cícero Marcelino de Souza Santos, empresário
• Samuel Chirsostomo, contador da Conafer
• Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT)

A CPMI também aponta novos alvos com prisão iminente:
• Nelson Willians, advogado de Camisotti
• Edson Araújo, deputado estadual
• Grupo “Golden Boys”, jovens empresários envolvidos no esquema

Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer, segue foragido apesar de já haver ordem judicial contra ele.

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