O transporte coletivo de São Luís e da Região Metropolitana amanheceu comprometido nesta sexta-feira (30) após o início de uma greve geral dos rodoviários. A paralisação foi motivada pela falta de acordo nas negociações salariais entre trabalhadores e empresas do setor.
Segundo o Sttrema, a proposta patronal de reajuste de 2% não atende às demandas da categoria, que cobra melhores condições salariais e benefícios. Entre os principais pontos reivindicados estão reajuste de 15% nos salários, tíquete-alimentação de R$ 1.500 e a inclusão de mais um dependente no plano de saúde.
O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) informou que ingressou na Justiça para garantir a circulação de uma frota mínima de ônibus durante o período de greve, alegando que o transporte coletivo é um serviço essencial.
Em nota, o SET afirmou que participou de diversas reuniões com o Governo do Maranhão e representantes dos rodoviários, mas destacou que a Prefeitura de São Luís, por meio da SMTT, não apresentou proposta que viabilizasse o reajuste salarial.
Ainda conforme o sindicato patronal, a medida judicial busca reduzir os prejuízos à população enquanto o impasse não é resolvido. Uma nova rodada de negociação está prevista para esta sexta-feira, com mediação do Tribunal Regional do Trabalho.
